Março, o mês do cadarço.



Caso você não saiba o motivo do título, é só ler esse post.

Março foi o pior mês do ano até agora, não só no sentido produtivo, como em todo o resto. Aconteceram coisas, porque elas sempre acontecem, e até então não sabia se podia ser adulta o suficiente pra lidar com tudo, mas já antecipo que por incrível que pareça, eu consegui. 

Em Janeiro, apesar de ter esbanjado uma longa lista de filmes, comentei que não costumo sentar pra assistir qualquer coisa que exija mais de quarenta minutos da minha concentração, motivo pelo qual, em Março, todos os momentos que podia assistir à um filme, não o fiz; o que explica eu só ter nessa lista um documentário do History Channel sobre a Grécia Antiga, perdão.

Em compensação, as séries, elas são muitas - o que também rendeu futuros posts, preparem-se - e por isso decidi colocá-las no mesmo esquema que estava fazendo com os filmes, acompanhem. 

Gilmore Girls - sexta temporada.
No início de Fevereiro eu ainda estava na terceira temporada (comecei em Agosto!!!), mas as férias, esse período esplendido que nós seres humanos podemos usufruir com sorte duas vezes ao ano, me levaram até a sexta temporada em apenas um mês. Foi em Março que tive o desprazer de descobrir que Dean, meu amado Dean, não é assim tão amado. Não deixarei spoilers, mas se assim como eu você amava esse homem e ficou estarrecida com o acontecimento, me abrace! Enrolei bastante pra começar a sétima temporada, porque não quero chegar ao fim, mas inevitavelmente daqui um mês irei sim me despedir de Gilmore Gilrs. O coração, ele dói.

Mr. Robot - primeira temporada.
Essa série foi uma indicação, o modo como fomos apresentadas uma a outra me deixou curiosa e não há arrependimento algum por aqui. Não recomendo pra quem gosta de séries leves, apesar de não ser escancarada ela tem momentos que podem causar desconfortos para pessoas muito sensíveis. O enredo acontece em torno de Elliot, um engenheiro de segurança virtual com muitos problemas e nenhuma capacidade para lidar com os mesmos, que a cada episódio se coloca em situações piores e cada vez menos sabe lidar. Não quero deixar muito claro sobre o que ela fala porque me conheço e sei que vou vazar muita informação, mas é ótima, tem uma questão importante ligada ao controle das massas sendo tratada e a atuação do Rami Malek é algo que eu preciso conversar com alguém, então assistam! A primeira temporada tem só dez episódios de quarenta e cinco minutos cada, com a segunda temporada prevista para o segundo semestre.

How I Met Your Mother - primeira temporada.
"Você nunca tinha assistido How I Met Your Mother?", nunca, desculpa. A série é boa, tem aquela fórmula infalível das sitcoms que dão certo, mas (me perdoem) eu consigo ver muitas semelhanças com Friends. Não disse que isso é ruim, porque não é, só quis comentar mesmo. Terminei a primeira temporada toda em um dia de descanso que tive, e acho que cometi um erro porque acabei ficando um pouco enjoada dos personagens e agora travei em um ponto da segunda temporada. Apesar disso, não pretendo abandonar.


LOVE - primeira temporada.
Uma série da Netflix, cujo único motivo para eu ter começado é seu nome. Sou brega assim mesmo, me deixa! Mickey é a mulher independente, segura de si, poderosíssima que acabou de terminar um relacionamento e acaba cruzando Gus, o famoso cara certinho, que também acabou de terminar um relacionamento; ao longo da série acompanhamos a recuperação (ou não) de ambos. Até agora só assisti dois episódios, pretendo continuar porque tenho um texto em mente sobre algumas coisas que a envolvem, mas não garanto que vá fazer isso em breve, e a possibilidade de o texto sair antes de eu termina-la é grande. 



Na geladeira:

Superstore - primeira temporada.
No fim do ano passado, como não tinha nenhuma série para indicar e precisava terminar o post, indiquei a série como algo bom que levei de 2015. Amigos, não me abandonem pela minha falta de honestidade naquele momento, pensem que pelo menos agora estou sendo sincera, amo vocês! Parei no quarto episódio e simplesmente não consigo mais, falta algo que prenda, falta um enredo no meio disso tudo, é só isso, não tem mais jeito.

Fuller House - primeira temporada.
Quando pequena eu era fã assídua de Full House, só minha mãe sabe o que passou deixando de assistir jornal para sustentar meu vicio, e quando a Netflix anunciou o revival fiquei realmente muito feliz, o que durou até o pilot. Quando fiquei frente a frente com a abertura original confesso que tive que me conter para não bancar a mãe emocionada com a formatura do filho, mas (sempre tem um "mas") o segundo episódio chegou e a fórmula não funcionou tão bem comigo. Ao contrário de Superstore é uma série que pretendo terminar, só não sei quando.

No mundo dos livros só consegui me apegar a Mayombe, do autor angolano Pepetela, que entrou para a lista de leituras obrigatórias da Fuvest. Gostei muito do tema abordado, mas não me sinto capaz de dissertar sobre, e tenho certeza que ao longo do ano vão surgir muitos vídeos no Youtube sobre o mesmo, se por acaso você não for prestar a Fuvest, tente ler mesmo assim, garanto que vale a pena!

Minha vida musical anda bem parada, tenho dificuldade para ouvir novos artistas pois: preguiça, e costumo demorar para ouvir os novos álbuns de quem já conheço pelo mesmo motivo, o que sempre me leva a esse looping infinito de ouvir as mesmas músicas por um ano inteiro. Pra não dizer que foi assim tão ruim, vou novamente citar menino James Bay (estaria eu me tornando uma fangirl?), que não lançou nada novo, mas tem esse cover maravilhoso de Shake It Out, uma das minhas músicas favoritas da Florence.


As leituras virtuais foram tão fracassadas como todo o resto, por isso alguns links vão ser do inicio de Abril, perdoem. Ainda em Março, a Lorena publicou esse texto na Revista Pólen sobre essa geração que cresceu com a internet e consequentemente fez muitos amigos nela, assim como a Lorena diz em um trecho, eu sempre fui introvertida, e a possibilidade de mudar isso no mundo virtual me ajudou muito - além de ter me apresentado a pessoas incríveis. Ainda na Revista Pólen, nesse texto, a Marília falou sobre procastinar, uma mania que me persegue em toda a vida. Essa resenha de Romance Morderno, feita pela Anna, que me deixou com vontade de lê-lo. A Amanda, uma das minhas pessoas favoritas dessa internet, publicou seu primeiro texto na Pólen e encheu meu coração de alegria, como sempre. E finalmente, a Rafa, já em Abril, publicou no blog dela um texto que falou muito comigo, onde ela mostra que se negar a lidar com algumas coisas, nem sempre é ruim. Um trecho muito importante do mesmo:

"Vez ou outra, pode ser que eu não seja culpada; pode ser que não me interesse buscar culpados; pode ser que eu esteja tão somente colocando minha saúde mental em primeiro plano e, em minha condição humana demasiadamente humana, não me importando com as consequências. Nem sempre as consequências serão de minha responsabilidade. Se eu tenho que lidar com as minhas emoções e os meus sentimentos, as pessoas também precisam fazer o mesmo — e isso é problema delas, não meu."

É assim que o post chega ao fim. Me contem como vão as coisas ai do outro lado?

Comentários

  1. Oi, tudo bem?
    Amo gilmore girls! Queria ter tempo para rever essa série.
    Fiquei muito frustrada com fuller house, criei muita expectativa lembrando do que vi na antiga (e amava) e não consegui gostar. Assisti 2 episódios e larguei, não sei se dou chance de novo...
    Bjs

    http://restauradordosnervos.blogspot.com.br

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  2. Me lembro da historia do cadarço!Março também não foi um bom mês para mim.
    Ai,ai, saudades dos meus seriados que estão todos atrasados.

    Beijos

    passarosjanela.blogspot.com.br

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  3. '. Foi em Março que tive o desprazer de descobrir que Dean, meu amado Dean, não é assim tão amado. ' HAHAHAHA MAIOR DECEPÇÃO DA MINHA VIDA :~

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  4. Março também não foi um dos melhores meses para mim, a rotina me sugou e não soube bem como lidar com isso.
    Não vi nenhuma das séries que você tá vendo. Pretendo ver Gilmore girls quando chegar na Netflix, porque todo mundo fala tão bem!
    Sou que nem você em relação à música. Tinha uma época que eu acompanhava, ficava ansiosa para o lançamento das músicas novas. Hoje eu descubro dois meses depois que uma banda que eu gosto lançou algo e mais uns seis meses para ouvir o lançamento, haha
    E obrigada por recomendar um texto meu, fiquei toda felizinha quando vi <3

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