5 coisas que fizeram parte do meu dia | BEDA #10


  1. Headset da QCY. Recentemente comprei o QCY H3 Lite Anc, porque queria um fone melhor para trabalhar e também queria testar algum com abafador de ruído. O fone é confortável, um pouco grande (não no sentido de não ser ajustável na cabeça, mas grande no formato mesmo), e tem a possibilidade de "dobrá-lo" para dentro de si, para conseguir guardar em locais menores. Eu tinha a expectativa de NÃO OUVIR NADA por causa do abafador de ruído e não foi bem assim, mas no geral, é um bom fone. Demora cerca de nove dias para descarregar (mesmo usando diariamente) e quebra um galho. Definitivamente, um fone, recomendo. 
  2. Coca-Cola. Não me orgulho, mas tinha Coca-Cola na geladeira depois do fim de semana e eu dei sim algumas goladas durante o dia. 
  3. Aparelhos de fisioterapia. Esse ano precisei fazer 20 sessões de fisioterapia, e hoje fui para a 19ª. Um belo dia acordei sentindo choques nos pés, dores na lombar, muita dificuldade de andar e dobrar o joelho, até o fatídico dia em que minha lombar adormeceu e meu pé não funcionava mais. Não tive um diagnóstico, só vários pequenos problemas encontrados, a maioria relacionada a encurtamento de diferentes músculos, e desde então tenho tratado as dores na fisioterapia. Melhorei muito nos últimos meses, ainda sinto algumas dores vez ou outra, mas nem se compara a como estava antes. No fundo eu demorei pra acreditar que pisar em bolinhas, esticar minha perna com faixas e levar eletrochoques nos pés ia funcionar, mas não é que a fisioterapia funciona mesmo? Incrível. 
  4. Crocs. Taí uma coisa que eu julgava muito e paguei a língua. Com as dores e a fisioterapia, fui orientada pelo ortopedista a usar sapatos mais confortáveis e ortopédicos. Descobri que a Crocs lançou uma linha ortopédica e apesar de achar muito feio e de ter sido resistente à compra, não tenho como negar que pisar nele é como estar andando nas nuvens. Agora não uso mais chinelo em casa, só Crocs. 
  5. Microsoft teams. Sinceramente? Preferia que não fizesse parte do meu dia. Mas faz. 


Resumo da semana | BEDA #09

Na vida pessoal:

  • Fui duas vezes à fisioterapia;
  • Fui uma vez à academia; 
  • Tive aula de inglês na quarta-feira;
  • Tive terapia na sexta-feira;
  • Almocei em um restaurante japonês com um amigo durante a semana;
  • Acompanhei minha mãe em um exame médico no sábado;
  • Comi pastel de feira com minha mãe;
  • Visitei parentes do meu namorado; 
  • Tomei café da tarde com bolo de fubá com goiabada com a minha mãe;
  • Assisti filmes na casa do meu namorado; 
  • Assisti vlogs enquanto trabalhava, como uma companhia pro home office. 

Na internet:

Conheci muitos blogs novos graças ao BEDA e estou tentando dividir meus dias da semana pra ler e comentar em cada um. Espero conseguir. Feliz uma semana de BEDA para aqueles que comemoram! :) 

Só acontece comigo #96 | BEDA #08

 Post em homenagem ao Liko


Outros episódios: mapeamento de cadeiras no trabalho & o cargo de assistente que na verdade era de recepcionista com pitadas de diretora de marketing & diagnóstico de rosácea

No mesmo emprego em que atuei como assistente na verdade sendo recepcionista com o cargo de diretora de marketing declarado em minha carteira e tive o diagnóstico de rosácea, eu estava acompanhando o onboarding de novos colaboradores. 

Como já tinha percebido que as coisas não estavam boas pro meu lado, e ouvia dois funcionários que trabalhavam na empresa há anos reclamando constantemente da gerente que me diagnosticou com rosácea, eu já tinha percebido que não havia a possibilidade de melhora do ambiente de trabalho e por isso estava morrendo, mas atirando: enviava currículos todos os dias. Fiz entrevistas no transporte público, no estacionamento e no banheiro. 

Com exatamente um mês de contratação, passei em uma outra instituição, e enquanto não recebia a carta proposta, estava resolvendo tudo em silêncio. No exato dia em que eu seria a responsável por acompanhar o onboarding dos novos contratados, levando-os aos setores da empresa e orientando algumas atividades, a empresa que estava me contratando (e que diga-se de passagem, é a empresa do mapeamento de cadeiras), me chamou para o exame admissional. Sem querer contar o que estava acontecendo, com medo de acabar perdendo a vaga, saí no meu almoço para o exame admissional e avisei a coordenadora: tenho um agendamento médico, volto logo. 

O que deveria ser rápido levou três horas, e os outros funcionários tiveram que ocupar o meu lugar no onboarding. No dia seguinte, a coordenadora sentou comigo e sem olhar em meus olhos, começou a discursar sobre como havia uma expectativa em relação a minha performance para aquele momento que eu não havia cumprido, e que estava deixando o time "na mão". 

Eu, já aprovada no exame admissional, apenas respondi com "Eu acho que você sabe o que está acontecendo". No que a coordenadora, realmente sem desconfiar de nada, me respondeu "Não sei, me conta". 

E esse foi o meu pedido de demissão. 

A gerente, uma mulher assediadora e incapaz de gerir pessoas, segurou nos meus ombros enquanto se despedia dizendo "Espero que sua nova coordenadora seja ótima e que você seja muito bem tratada, assim como foi aqui". 

Quando já estava no outro emprego, ainda recebia algumas atualizações do Google Drive da empresa no meu e-mail pessoal, e para o onboarding da próxima pessoa contratada no meu lugar, uma vídeo aula sobre assédio no local de trabalho foi adicionada. 



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Maira Gall