Aquele em que eu falo sobre Maio.

Maio foi um mês difícil para todos nós, não é mesmo? É por isso que vou evitar colocar qualquer tipo de reclamação nesse post, acredito que nenhum de nós precise de mais notícias ruins do que todas as que querendo ou não recebemos nas últimas semanas. Então vamos falar de filmes? Vamos falar de filmes!

Como tudo o que eu queria no meu tempo livre era gastar a menor quantidade possível de neurônios já adianto que os filmes, eles não são cultos and I regret nothing. 

Analisando o Amor (ou Louca Terapia).
Samantha (Courteney Cox) é essa pessoa com algumas fobias que tem um trabalho ruim como jornalista, saiu recentemente de uma relação que estava boa apenas para ela e não só decide começar uma terapia como faz o favor de ser a causa do surto da própria psicóloga. Um belo dia decide substitui-la porque foi a única maneira possível que encontrou de se aproximar do seu sonho de consumo hétero e as coisas acontecem, como sempre. Aparece um carinha que em nenhum momento aparenta ter as capacidades mentais em um estado consideravelmente bom, mas que faz a gente shippar muito e menina Samantha fica um bom tempo nesse vai e vem. Pelo nome a gente já sabe que é um filme completamente Sessão da Tarde. Ruim? Ruim. Devia ter assistido série? Devia ter assistido série, mas fica ai o aprendizado pra da próxima vez em que eu ver um filme que tenha alguma relação com Psicologia/Psiquiatria pensar mais antes de assistir, né?

Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida.

O filme que eu só assisti porque me identifiquei com o título™.
Clara é o tipo de pessoa que não tem voz pra nada. Cursa Medicina por pressão dos pais e por isso mata aula todos os dias. Me revoltou o descaso da personagem? Mas é claro! Quis gritar "PAGA AS MINHAS MENSALIDADES ENTÃO!"? Sem dúvidas. Tem como explicar um filme cuja história já ficou bem resumida no título? Não tem.



Precisamos Falar Sobre o Kevin (reassistido).

Meu professor de redação acabou comentando sobre o filme em uma das aulas e fui tomada pela saudade do rosto de Ezra Miller, de modo que precisei rever. É o único filme bom do mês, mas ainda assim não é o melhor do mundo. Fala obviamente sobre Kevin, uma criança com transtorno de personalidade que cresce mostrando esse seu lado apenas para a mãe. Não recomendo assistir em dias de desgraçamento mental, de nada.



Qual Seu Número?


Chris Evans é esse homem que me torna uma hétero insuportável. Que rosto, que braço, que contorno! No filme ele é o vizinho garanhão da Anna Faris, que um belo dia começa a conversar com ela e por ironia do destino se apaixona pela mesma. Um filme que na minha mente problematizadora não é recomendável, mas que da pra passar o tempo. 




Se Eu Ficar.

Em uma conversa com uma amiga, comentamos sobre nossos filmes adolescentes preferidos e esse estava na lista dela, que no mesmo momento me convenceu a assisti-lo. Mia é uma adolescente com a vida aparentemente normal: uma única melhor amiga, não gosta muito das pessoas do colégio, até que Adam, o típico músico jaqueta-de-couro-oh-my-feelings aparece em sua vida e adivinhem? A menina nem dá as caras nos corredores, mas é claro que ele ia se apaixonar por ela, porque é assim que as coisas acontecem no universo paralelo. A família da Mia sofre um acidente de carro e o filme é contado por essa perspectiva que já está no seu nome: se eu ficar, vai dar no quê? Dei umas choradinhas no meio da madrugada com tanta coisa ruim acontecendo de uma vez só na vida da pobre coitada? Dei sim, amigos.

 Friends - Sétima e Oitava temporadas.


Passei metade do mês de Maio emburrada com o universo o que explica essa frequência maior de filmes e séries. Vou ter que mudar isso a partir de Julho de qualquer forma, então me deixem aproveitar esses poucos momentos ilusórios. Fico bem triste chegando na oitava temporada porque percebo uma coisa que me incomoda muito: transformam o Joey em um personagem mais estúpido. É engraçado até certo ponto, mas já começou a ser algo forçado. Nem minha série favorita escapa dessa minha mania de ser chatinha com tudo, fazer o quê.



No quesito livros fui muito adulta: Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Cortiço, Vidas Secas e Sonetos de Camões. Ah, o vestibular, que época de merda linda!

Thom Yorke pode ter só 1,66 de altura, mas é uma pessoa gigante no mundo da música. A Moon Shaped Sool é o novo álbum da banda Radiohead e eu não sou capaz de idolatrar nenhuma outra banda no momento, fica ai o convite para vocês me acompanharem nessa. 

Li muita coisa boa na internet e acabei perdendo grande parte dos links, mas deixo aqui os que ainda lembro:


E como não falar do Valkírias? Um site sobre cultura pop feito por mulheres, para mulheres, com muita (eu disse muita!) coisa boa, mas vou deixar aqui os meus preferidos:


É com esse Beagle voador que me despeço.
PAZ.

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