Ceia de natal fictícia.



Que o meu Blogmas falhou vocês já perceberam, mas falhar com os posts coletivos é algo que não vai acontecer. Como comentei no post das crushes, me juntei com as meninas (Ana, Manu, Mia, Michas) e até a próxima semana estaremos fazendo posts coletivos em nossos respectivos blogs. Nessa eterna dúvida para saber se é TAG ou meme, digo que montamos um esquema para criar nossa ceia de natal fictícia com convidados especiais de séries ou livros. Segurem os garfos, escolham seus lugares, abram os botões da calça e venham comigo.

Um personagem para preparar a ceia.



Como boa fã de Friends deixo as honras de escolher o que preparar para nosso banquete nas mãos de Monica Geller. A vemos trabalhando como chefe em toda a série, com exceção, é claro, da época em que usou peitos falsos e dançou em cima de um balcão, e baseado nas mesas que a personagem apresentou nos episódios de Ação de Graças tenho certeza que o natal com ela na função será ótimo. Só espero que não convide o Joey para vir junto, pois temos muitos convidados e precisamos dividir a comida. 





Um personagem para ser o anfitrião.

Como anfitrião, não consegui pensar em personagem melhor que Mrs. Darcy. Ele certamente saberia receber todos os convidados de forma honrosa, e o som do piano tocando ao fundo de sua mansão não deixaria a desejar de forma alguma.


Um personagem que pode causar uma cena.


Se antes comentei que Joey poderia ser um problema, mudei completamente de ideia quando pensei que talvez Monica pudesse convidar Will Colbert. Personagem interpretado por Brad Pitt no episódio "The One with the Rumor". Ross com toda certeza tentaria apoia-lo por serem amigos de longa data, acabaria em mais uma discussão com Rachel para saber se eles estavam ou não dando um tempo e tudo isso levaria Mrs. Darcy a educadamente retirar os convidados. Tempo suficiente para Joey comer o peru sozinho. Sem dúvidas uma má ideia.

Um personagem para ser o papai noel.

Isso tá quase virando um post inteiro sobre Friends? Talvez até esteja, mas fica impossível não pensar no Ross para isso. Se com o Ben ele não pode acertar de primeira e já chegar no apartamento vestido de Papai Noel, espero que com a Emma tudo tenha dado certo.

Um personagem que é super popular.

Rachel Green é pioneira nisso. Tenho certeza que em poucos minutos estaria sentada ao lado da Elizabeth questionando como ela e Mrs. Darcy se conheceram, e provavelmente inventando histórias românticas entre ela e o Ross para contar.



Uma vilã ou vilão que merece um pouquinho de compaixão.

No meu ponto de vista, não é exatamente de uma vilã que vamos falar, mas levando em conta alguns feitiços lançados no passado, creio que Regina, a bruxa má de Once Upon a Time mereça uma cadeira na mesa de jantar e até uns presentinhos por bom comportamento.

Um casal.

Imaginar isso me deixou muito feliz, então decidi convidar Cath e Levi, de Fangirl (Rainbow Rowell). Tenho certeza que a Cath ficaria encantada por estar conhecendo Elizabet e Mrs. Darcy, e imagino uma amizade entre Levi e Joey que daria certíssimo. 

Um herói.



Oportunista que sou, chamaria ninguém menos que o Flash para depois das festas ter quem me ajudar à arrumar todas as coisas de uma maneira rápida e pratica. Juro que em troca colocarei presentes melhores para ele. 

Um personagem que ainda seja criança.

Cocei os dedos para incluir os filhos da Monica e do Chandler nessa parte, mas lembrei que o último episódio foi ao ar em 2004, e se eles nasceram naquele ano, hoje estão com 12 anos e já são pré-adolescentes (imaginem o Chandler lidando com filhos pré-adolescentes!). Sendo assim, criei um universo paralelo onde a Phoebe se tornou mãe de lindas crianças com os cachinhos do Mike que estão correndo por todos os lados e preocupando Mrs. Darcy.

Um personagem subestimado.



Contrariando todo o rumo que a ceia tomou até aqui, escolho citar Ted Mosby, de How I Met Your Mother, apesar de toda a série girar basicamente sobre ele e sua perspectiva, creio que ninguém gostaria da ideia de convidá-lo para o natal. Ele definitivamente é o tio que pega álbuns de fotos com você bebê, pelado na banheiro, e conta para quem estiver do lado sobre como você era fofo até beber muito champagne e começar a refletir sobre a vacuidade da vida em um momento em que todos só querem comer. 

Um personagem de sua própria escolha.

Sem dúvidas Gunther. A essa altura acredito que ele já tenha superado a Rachel, e o convívio deve estar bem mais fácil. Quem sabe ele até não encontrou um novo amor! Depois de tantos cafés servidos, convidá-lo para o natal é um ato muito bonito.

E vocês, como organizariam suas ceias? Me contem nos comentários, e boas festas!

Não era crush, era cilada.

Quando topei entrar no Blogmas do meu jeitinho™ (postando com mais frequência, mas não todo dia) só entrei de cabeça nessa graças as maravilhosas Manu, Ana, Mia e Michas, que estão dando todo o apoio necessário em um grupo nomeado como "Cilada" e combinando posts para bichar. Entre eles, temos este que se apresenta à vocês no momento: depois do meu top 5 fictional male crushes no BEDA, eis aqui o "Não era crush, era cilada" pois todos os crushes que serão citados aqui só machucam e abusam do meu coração.

1. Crush da literatura.



Esse é um problema muito comum na vida de um leitor: a paixãozinha por um personagem que está ali, em uma página de livro. A vontade que eu fiquei de citar o Mrs. Darcy, vocês não fazem ideia! Mas como já fiz uso dele no meu top 5 anterior, dou a posição para Mrs. Edward Ferrars, de Razão e Sensibilidade. Jane Austen sabia como ninguém o jeito certo de criar homens.

2. Crush das telinhas.



Logan Huntzberger é uma enorme questão na minha vida. Nas temporadas clássicas de Gilmore Girls ele já tinha seus problemas - e eu odeio muito a forma como ele é apresentado à Rory - e o Revival só trouxe mais alguns probleminhas para o personagem, mas meu coração bate forte quando ele passa e os sentimentos são os únicos fatos.

Só acontece comigo #54



Teve esse dia, na volta do meu primeiro vestibular do ano, em que um arco-íris tímido decidiu aparecer em São Paulo (e eu posso ou não ter interpretado como um sinal pois precisava de motivação naquele momento) e meu pai, enquanto dirigia, sempre convencido de que pode me tirar do lado negro da força, comentou:

- Sabe qual o significado do arco-íris?
- Refração da luz solar.
- QUÊ?!
- É um fenômeno óptico, desvio do feixe de luz.
- ...
- Era pra eu responder sobre a história de Noé, né?
- O vestibular acabou com você, filha.

Desculpa Noé (mas sobre o vestibular meu pai tem toda a razão, acabou mesmo comigo).

Uns minutos depois passou um carro do nosso lado com dois caras, um no volante e outro no banco do passageiro, ambos com a máscara do V de Vendetta dançando música eletrônica.

Tem dias que a vida não faz muito sentido.
© Limonada
Maira Gall