Como disse anteriormente -- e provavelmente ainda vou falar muito --, adotei uma cachorrinha, ou como a chamo, "Paçoca Ferrari, a primeira de seu nome". Algo que poucas pessoas sabem sobre mim, afinal não é um assunto que surja com certa frequência, é que em 21 anos de vida nunca tive um animal doméstico que não fosse um peixe Betta. Mesmo assim, sempre fui apaixonada por cachorros e todas as trapalhadas que eles aprontam. Era só passar em frente de uma casa com algum na garagem/quintal que já perdia um bom tempo colocando minha mão entre os vãos dos portões e brincando um pouco com eles (e devo ser odiada por alguns vizinhos por isso).
Apesar das noites mal dormidas e das vezes em que posso ser ouvida dizendo "Paçoca" em tom de lamentação por ter que tirá-la de algum lugar errado, esse quase um mês sendo MÃE DE PET, tem sido maravilhoso, sempre tem algo a mais para descobrir sobre um cachorro, e isso inclui a rotina de ir à veterinária para uma filhote que precisa de vacinas.
Em uma dessas idas aproveitei para conversar sobre algumas dúvidas que tinha, incluindo uma coceira constante que aparentemente não tinha relação com pulgas. Conversa vai, conversa vem, a veterinária perguntou se eu havia visto alguma mancha diferente na pele da senhorita Paçoca, e eu, mãe de primeira viagem, comentei sobre uma na barriguinha, que me preocupou um pouco.
-- Mas isso aqui é o umbigo dela, moça!
Antes um umbigo do que uma mordida de pulga, não é mesmo? Mas como os animais OUSAM ter umbigo? EU HEIN.





